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Lançamento!

Este é o livro a ser lançado “Cinema, publicidade, interfaces” de Rogério Colaveski (Maxi Editora, 2009). Um livro para quem estuda, ensina, trabalha ou se diverte com cinema e publicidade.

Podem ouvir o comentário feito pelo publicitário Lula Vieira, autor do prefácio:

http://www.covaleski.com.br/blog/?p=387

 

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Está de volta o tão esperado Brainstorm. Palestras, cursos e debates que enriquecem e nos deixam mais antenados no mundo do agronegócio. Isso mesmo o debate deste ano é sobre agronegócio. Aproveite e faça sua inscrição. Peça idealizada pela Diniz.

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Horário de Verão

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Email mkt enviado a amigos e clientes pela Remat Group. A direção de arte ficou a cargo de Cynthia Silveira.

Remat cria para o CDC

Seguindo o mote ” Tudo o que fazemos é de coração” a Remat dá continuidade a comunicação do cliente CDC. Nesta segunda etapa, um anúncio de uma página para o cliente CDC será feito na revista da CASSEMS.

A criação ficou a cargo de Itamar Nunes, com direção de Cynthia Silveira e finalização de Augusto César.

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Na íntegra!

ATENDIMENTO: ARTE DA NEGOCIAÇÃO

  1. Os bastidores da propaganda têm histórias interessantes e algumas até acabaram virando lendas. Umas carregadas de humor e outras mais trágicas, mas sempre relatadas com sabor bem humorado. O fato é que são intermináveis as abordagens engraçadas sobre sutilezas dos atendimentos em uma agência. Porque embora os atendimentos estejam classificados como a elite mais séria do contexto publicitário, existem histórias que mostram uma faceta curiosa dessa atividade. Atendimento é o recheio e a massa de ligação entre a agência e o cliente, ele fica espremido entre qualidade criativa, prazos, orçamentos e a capacidade da sua agência em atender as urgências do negócio. E, o humor do cliente. Sua missão vai além, ele tem de equilibrar suas poses diante do cliente, ao tempo em que segura a raiva para não complicar o andamento de seus trabalhos dentro da agência. Porque o bom cabrito erra, mas não berra. Entre duas frentes o atendimento pratica e desenvolve o equilibrio nessa delicada Faixa de Gaza. O mundo no entorno nem sempre fica sabendo a mixórdia que é o dia-a-dia dos atendimentos. O coitado é obrigado a uma sistemática de paparicação, um trabalho de bastidor que envolve lobby pessoal e disputa na fila de pedidos de serviços. Se você perguntar ao pessoal de criação, como funciona a tapetagem dos atendimentos, eles irão sorrir e ficar na deles. Um dos atendimentos mais eficientes que eu conheço, todo dia de manhã usa o sistema da bolachinha. Chega na criação como quem não quer nada, abre o pacote e distribui. Quando sente que a bolachinha agrada, ele arrisca perguntar: só pra saber, aquele layout da Zabalú já entrou pra criação? Sem resposta, sai e diz que vai até o supermercado da esquina e, pergunta se alguém precisa de alguma coisa. Bastou ele sair e entra a moça charmosa, que atende a ZwiterLang, multinacional importante para a economia da agência. A sutileza dela vem sob forma de balinhas sete bello. Diz ela que é a preferida, e vai puxando papo genérico sobre clima e cinema. E por falar nisso, ela completa, vocês tem previsão pra minha campanha? Porque se rolar antes o cliente está com disposição de botar no ar. Quem quer mais bala sete bello? De forma quase geral, antes da questão explodir na mesa do diretor de conta, os atendimentos fazem um trabalho de base, na base mesmo. Só em última instância afirmam sutilmente que, a continuar nesse ritmo vão perder a conta. Ameaças veladas que têm gotas de verdade mas tempero de mentira. Gosto de chantagem emocional. São coisas que pegam na criação, pois lançam culpas futuras e ninguém quer se sentir responsável pela perda de um cliente. Que, afinal, é quem paga o seu salário. O Diretor de Conta também sofre assédio dramatico funcional. Sem fazer drama, os atendimentos – que são os mais bonitos, articulados, apresentáveis e simpáticos da agência – são taxativos quando a coisa esquenta: “não dá pra entregar? Tudo bem, é apenas um cliente a menos, vamos correr pra compensar a perda desse”. E fica esperando a reação da platéia. Claro, todo mundo se vira e a campanha acaba saindo, nenhum dono de agência arrisca perder cliente por falta de prazo. Dada a importância do atendimento em uma agência, suas responsabilidades são proporcionais. É ali que o stress pega e a úlcera anda solta. Imagine o rombo provocado por um diagnóstico errado sobre os objetivos e soluções de um cliente, feito pelo atendimento. Se ele errar no pedido de serviço o tamanho do problema cresce. Então, esses meninos maravilhosos da linha de frente vivem numa corda bamba sem volta. Imagine chegar na criação, depois de uma campanha criada em dois dias e duas noites para admitir: “Meninos, não era bem esse o objetivo do cliente. A campanha ficou do cacete, mas vamos ter que reformular o conceito”. Por essas e outras os atendimento são uma raça especial de profissionais, são macios, cuidadosos e muito bem educados. Nasceram pra conciliar o espírito e lavar as almas. Não fossem atendimentos, teriam sido diplomatas. Por uma necessidade imperiosa da profissão, são flex, única forma de servirem à duas frentes completamente distintas, sem se deixar engulir por nenhuma.

Pedro Mattar

Em nova fase em sua comunicação a Odonto Art parte para o ataque e comunica sua referência no tratamento do ronco e apnéia.

A Remat como forma de tornar a clínica mais conhecida, deixou de lado a campanha institucional e optou por vender um produto. Construindo uma imagem de marca atrelada a um serviço de ótima qualidade.

Esta peça está na VEJA desta semana.

Criação ficou a cargo de Jander Carvalho e Mariana Castanheira, supervisão de Cynthia Silveira e finalização de Zé Caetano.

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Com o conceito de trazer sempre mais sorrisos a vidas de seus funcionários a Remat inaugura a nova fase de comunicação da Odonto Art, novo cliente na carteira da agência.

O mote “Preços especiais. Sorrisos grátis.” a campanha já está na rua atendendo a demanda da clínica. No primeiro momento a agência desenvolveu peças de apoio para visitas técnicas  e de apresentação, onde os empresários que abrirem as portas das empresas para uma conversa rápida poderá ter a certeza que a Odonto Art é uma clínica que tem ótimos profissionais e equipamentos de ponta para tratamento dentário.

As peças desenvolvidas para essa primeira camapnha foram: Banner, cartaz, folheto, adesivo de espelho.

A direção de criação ficou a cargo de Jander Carvalho e Mariana Castanheira e supervisão de Cynthia Silveira.

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Em entrevista exclusiva, Henry Jenkins, coordenador do programa de estudos de mídias do Massachussets Institute of Technology, afirma que o monitoramento do conteúdo espalhado na internet é uma ferramenta valiosa para as empresas.

Henry Jenkins, coordenador do programa de estudos de mídias do Massachussets Institute of Technology (MIT), é considerado o guru das novas mídias. Autor do livro Cultura da convergência (Editora Aleph), o especialista defende que as empresas precisam entender o que vai motivar os consumidores a interagir com suas marcas. “Existe a necessidades das companhias monitorarem como o conteúdo está sendo espalhado, para assim poder entender como seus consumidores querem interagir”, disse Jenkins nessa entrevista exclusiva a Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Estamos vivendo uma era em que todo mundo produz e compartilha conteúdo com outras pessoas por meio da internet. Isso é algo que veio para ficar ou é apenas um onda? O senhor acredita que é possível uma empresa ignorar este fato hoje em dia?

Durante os últimos cem anos, vem ocorrendo um movimento que eu chamo de “cultura participativa”. As pessoas têm uma demanda urgente de ter a mídia em suas mãos, de se expressar por meio de sons, imagens e textos e de ser capaz de dividir o que elas fazem com os outros. Esse desejo é paralelo e conflitante com o desejo de ter acesso a um conteúdo mais aprofundado produzido por profissionais competentes, conteúdo que está largamente disponível e permite discussão por uma grande gama de pessoas.

De tempos em tempos, esses dois desejos brigam um contra o outro, mas é um conflito falso. A cultura participativa não vai eliminar a cultura comercial. Ao contrário: os dois sistemas precisam aprender a co-existir. A internet está tornando essas tensões visíveis, mas não as criou, já que vimos estes conflitos ocorrendo em diversas mídias durante o século 20. Assim, o compartilhamento de mídia está aqui para ficar e as empresas precisam se adaptar a isso. Resumindo, neste novo ambiente, se o seu conteúdo não se espalhar, ele vai morrer. Os consumidores querem interagir com o conteúdo que você produz em vários contextos e usá-lo como matéria prima para suas conversas em diferentes comunidades.

Se você quiser conquistar os seus consumidores, precisa desenhar o conteúdo de maneira que seja fácil difundi-lo na rede. E eu digo isso em dois sentidos. No técnico, um conteúdo que possa ser espalhado por diversas ferramentas, e no cultural, um conteúdo que atraia a participação de outras pessoas.

Além disso, as empresas precisam monitorar como o seu conteúdo está sendo espalhado pela rede, para entender como os seus consumidores querem interagir para poder reconhecer e responder às inovações.

Quais são os desafios que as empresas estão enfrentando em relação à cultura participativa? Que tipos de oportunidades estão abertas com esta nova cultura?

Nesse momento, há uma série de conceitos errados que impedem que as empresas interajam de maneira significativa com seus consumidores:

1 – As empresas acreditam que podem criar comunidades ao redor de suas marcas.

Mas o que as empresas precisam é pensar em si como um convidado dessas comunidades, que precisa entendê-las e respeitar as práticas e normas já existentes.

2- As empresas têm medo de perder o controle.

A verdade é que elas já perderam o controle um bom tempo atrás. Os consumidores podem pegar o conteúdo produzido por elas e fazer o que quiser com ele. O desafio agora não é mais ter controle. É interagir com os consumidores de uma maneira diferente, que seja significativa e valiosa para ambas as partes.

3 – As empresas estão procurando “conteúdo viral”.

O conceito de “viral” está mal explicado, porque é baseado na metáfora de uma infecção. “Viral” segue a velha ideia de controle da mente, sugerindo que os consumidores são divulgadores subliminares das mensagens das empresas. Ao invés disso, vamos falar sobre “conteúdo espalhável”, de uma maneira que se reconheça a função de consumidores que escolhem repassar o conteúdo para algumas comunidades em específico e não outras. Então, novamente, as empresas precisam entender o que vai motivar diversos grupos de consumidores a interagir com suas marcas de novas maneiras e se tornarem promotores ativos de seus conteúdos.

Em entrevista ao portal americano Advertising Age, especialista fala sobre o que faz uma campanha ser bem-sucedida na web.
Se você tem alguma fluência em inglês, vale a pena reservar 10 minutos para assistir esta entrevista com Matt Cutler, vice-presidente da Visible Measures, agência que organiza o ranking das campanhas de marketing viral mais assistidas da web – e que é publicado semanalmente no portal Advertising Age. Na entrevista, Cutler fala sobre o ciclo de vida de um vídeo na web e descreve as diferenças entre uma campanha bem-sucedida e uma fadada ao ostracismo virtual.
Para assistir a entrevista, é preciso estar logado no portal (o cadastramento é gratuito). Mas, se preferir, você pode ler o resumo dos tópicos mais interessantes levantados por Cutler aí embaixo:
Não é para vender: campanhas de marketing viral têm função institucional, e não promocional. Elas servem para manter uma determinada marca presente no imaginário do público, e não para vender algo diretamente.
Marca do 1 milhão: segundo Cutler, o que determina o sucesso ou o fracasso de uma campanha de marketing viral é o tamanho da audiência na primeira semana de existência. Vídeos bem-sucedidos passam da marca de 1 milhão de visualizações nesse período. Os demais ficam pelo caminho. Para ter uma boa largada, Cutler recomenda recorrer aos meios básicos de divulgação – tais como anúncios, ações de relações públicas e acordos com pessoas que têm grande influência nas redes sociais.
Retorno duradouro: as campanhas bem-sucedidas não perdem audiência com o passar do tempo. Ao contrário: uma vez que caem na rede, tendem a registrar uma média de visualizações cada vez maior. Alguns deles chegam a permanecer na lista dos mais acessados por 14 semanas consecutivas.
Intrigar e divertir: as campanhas que conseguem ultrapassar a tal “barreira do 1 milhão” têm algumas características em comum. A primeira delas é a capacidade de intrigar. Os vídeos levam o espectador a especular se o vídeo é real, se é montagem, como foi feito, o que ele significa, etc. A segunda característica: eles são divertidos. Não se levam muito a sério, contêm piadinhas subliminares e raramente são resultado de uma superprodução.
 Por: Andreas Müller

Feijoada Solidária

A AMAS – Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados, realiza na segunda quinzena de agosto, mais precisamente no dia 16, sua 7º Feijoada. Evento tradicional que entra para o calendário de festas deste cliente.

A feijoada este ano e como sempre tem sua verba revertida para ajudar alguma instituição de caridade, quem será beneficiada este ano é a instituição Anália Franco e parte da verba também será revertida para a conclusão da nova sede da AMAS.

Para este evento foi desenvolvido, logomarca, cartaz, camiseta e convite.

Criação ficou a cardo de Junior Peterossi.

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